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Reforma Tributária 2026: o que empresas em execução fiscal precisam fazer agora
Reforma Tributária

Reforma Tributária 2026: o que empresas em execução fiscal precisam fazer agora

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Por Dr. Melque Cerqueira
19/08/2026 5 min de leitura

A partir de 2026 começou a fase prática da Reforma Tributária. Empresas que já enfrentam execuções fiscais precisam adaptar seus processos de emissão de notas e apuração para evitar novos passivos.

A Reforma Tributária entrou em sua fase mais importante em 2026: o período de testes operacionais (apuração assistida). Embora os novos tributos (CBS e IBS) ainda não estejam sendo cobrados, as empresas já são obrigadas a emitir notas fiscais com os campos de IBS e CBS preenchidos.

Para empresas que já estão sendo cobradas judicialmente por débitos fiscais, essa mudança traz dois riscos principais:

  1. Novos passivos por descumprimento das obrigações acessórias — Notas emitidas sem os campos corretos podem gerar autuações futuras.
  2. Dificuldade de planejamento — A transição exige revisão de sistemas, precificação e contratos, algo especialmente crítico para quem já tem fluxo de caixa comprometido por execuções.

O que fazer agora:

  • Verificar se o sistema emissor de NF-e e NFS-e já está preparado para os novos leiautes;
  • Mapear operações que terão impacto relevante de CBS/IBS;
  • Avaliar contratos vigentes que possam precisar de ajuste de preço;
  • Manter registro organizado das apurações assistidas (mesmo sem pagamento).

Empresas em execução fiscal precisam tratar a Reforma não apenas como uma mudança contábil, mas como um fator que pode agravar ou mitigar o passivo existente.

Sua empresa está preparada?

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Author

Dr. Melque Cerqueira

Advogado Tributarista | OAB/RO 15.818

Especialista em defesa fiscal e planejamento tributário estratégico. Atua protegendo o patrimônio de empresas e pessoas físicas com rigor técnico e ética.

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